segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Os Orixás


Os Orixás são os grandes arquitetos siderais ou construtores de sistemas solares, e nós, seres humanos, devemos a eles nossa evolução intelectual e física.
São também chamados de Hierarquias Criadorase se  ocupam da construção do Universo. Completaram sua própria evolução em idades e Universos pretéritos. Poderíamos dizer que, em épocas imemoriais, foram indivíduos como nós (guardadas as devidas situações de cada época, impensáveis para o homem atual).
É preciso saber que Orixás não são espíritos e portanto não podem incorporar os médiuns, como alguns cultos africanistas pensam. 

Orixás são divindades, também conhecidos como os Mensageiros do Senhor ou Luz do Senhor ou ainda As Sete Emanações do Senhor. A origem do nome Orixá vem da palavra Purushá, do idioma sânscrito, o idioma sagrado que deu origem a todas as línguas, em sua raiz.
Os nomes sagrados de cada orixá foram totalmente perdidos e os nomes que hoje conhecemos são corruptelas dos nomes originais (com a exceção de Yori e Yorimá) e cada um têm um significado específico.

O Triângulo Fluídico

O Triangulo Fluídico representa os três aspectos em que a Lei da Umbanda trabalha no mundo astral ou da forma (o mundo da forma é a maneira pelo qual as entidades se manifestam aqui no planeta). 
Representa a síntese do movimento da Umbanda e foi traçado pela primeira vez no astral da Atlântida, na antiga Aumbandhã, sendo posteriormente traçado nos céus aqui na América, quando a espiritualidade superior decidiu reimplantar a Umbanda no planeta, no projeto chamado Terras do Sul. 
Representa a Vontade, a Sabedoria e a Atividade dos Orixás. Sua conseqüência é o equilíbrio da manifestação.




Manifestação no Triângulo da Forma

Caboclos: Manifestam-se entidades das vibrações de Oxalá, Yemanjá e Oxossi.

Obs: entidades das vibrações de Ogum e Xangô não se denominam como caboclos e sim como Oguns e Xangôs, assim como as da vibração de Obaluayê* (o orixá oculto), que se denominam Obaluayês.


Crianças: Manifestam-se entidades da vibração de Yori.

Pretos Velhos: Manifestam-se entidades da vibração de Yorimá.
* Obaluayê é o chamado orixá oculto da Umbanda e está voltando na 3ª ordem, voluntariamente, e começando a atuar com sua contra parte feminina, Yemanjá

Fonte: http://www.aumpram.org.br/

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Vamos entrando nas Energias. Nesta Sexta Homenagem à Cosme Damião e Xangô no Raios de Luz!


Origens do Homem no Planeta

Para falarmos das origens do homem no planeta precisamos nos reportar brevemente à teosofia.
Citando Roger Feraudy, poderíamos dizer que "...o homem é um anel de uma longa corrente evolutiva que se iniciou em algum outro planeta e continua no nosso." 
Traduzindo em palavras simples poderíamos dizer que a vida vem de tempos imemoriais no Universo. 
Partindo do ponto de vista do homem terráqueo, essa vida, essa Vaga de vida, vem passando pelos mundos, dos mais diferentes tipos de matéria (muitas impensáveis por nós) até agora, em nosso momento do Universo.
Existem muitos Esquemas de Evolução de Vida no Universo. A Terra está situado no 6º. esquema de um conjunto de 12. Cinco esquemas já se passaram. Cada um deles com 7Cadeias de Globos. Cada Globo escoa 7 Rondas com 7 Raças Raízes em cada uma delas. Cada Raça Raiz escoa 7 Sub-raças.

http://www.aumpram.org.br/

sábado, 13 de setembro de 2014

Umbanda...aonde tudo começou...



A Umbanda não  é uma religião de origem puramente africana. Na verdade, o conhecimento desse culto milenar foi levado à África por povos atlantes, durante as grandes migrações que tomaram lugar depois da terceira sub-raça originada na Atlantida.
Uma das raças que habitava o antigo continente era a negra (etíope) que, assim como outras que migraram para diversas partes do globo, desde o antigo Egito até as Américas, levou consigo o entendimento da magia e da luz divina para a África. Mesclando-se com as tradições religiosas dos povos locais e com seus feiticeiros, deu origem aos cultos africanos como conhecemos hoje.
Por todo o planeta a saga dos atlantes em busca de novos lares  espalhou o conhecimento trazido pelos homens das estrelas; aqueles, que há milhões de anos, por amor ao homem da Terra, aportaram um dia com suas vimanas na Lemúria, transferindo-se posteriormente para a Atlântida, com as dinastias divinas, enquanto os grandes cataclismos que mudavam a face geológica do planeta iam se sucedendo.
A Umbanda surgiu originalmente como um movimento hermético e fechado nos Templos da Luz, nas academias iniciáticas, em civilizações de grande evolucão, e teve sua função maior revelada quando precisou se transformar num culto gerido por magos brancos para combater o então emergente movimento de magia negra que se espalhava. 
Aparecem nessa época os egos chamados de Senhores da Face Tenebrosa, os magos negros, espíritos dominadores, numa história ancestral e anterior às civilizações de nossos planeta. A Cidade das Portas de Ouro da Atlântida se torna o centro da magia negra.
Ao mesmo tempo, nos Templos da Luz, dois tipos de entidades se manifestavam no antigo culto que tinha como base a AUMPRAM: os Encantados, ou Kama Rajás (não reencarnantes na Terra) e os Nyrmanakayas (espíritos terrícolas já libertos do carma terreno). Se apresentavam nos rituais como instrutores, puros e magos, da mesma forma que hoje, guias e protetores, se apresentam como caboclos, crianças e pretos velhos.
É traçado o primeiro Triângulo Fluídico no astral, sobre os céus da Atlântida e se inicia então a AUMBANDHÃ, que no idioma sagrado dos deuses, o devanagari, quer dizer: a Luz Divina. Isso tudo se passa há mais de 700.000 anos.
Com o decorrer de milhares de anos, sua trajetória e seu entendimento ficou velado através dos tempos e da história, assim como um dia também foi velada a palavra sagrada.
Ressurgido no astral por ordem dos maiorais sidéreos, o Projeto Terras do Sul inicia, em terras americanas, o resgate do antigo culto, quando então, novamente, o Triângulo Fluídico é traçado sob os céus do Brasil***.
Centenas de entidades, de diferentes cadeias de evolução, que desde o princípio, trabalharam arduamente no desenvolvimento da raça humana no planeta, se engajam espontaneamente no projeto, alijando-se novamente de desfrutar dos paraísos cósmicos de seus planetas de origem, apenas por amor ao homem da Terra.
No final do século XIX a antiga Aumdandhã renasce finalmente em solo brasileiro e por sucessivas corruptelas leva o nome de UMBANDA - a Luz Divina.
Um espírito venusiano de nome Thamathaê ( pupilo do sagrado Sanat Kumara, primeiro venusiano  que veio para o antigo continente de Mu em tempos imemoriais, o senhor do mundo, que ainda hoje vela pelo planeta com o coração amoroso de Pai) é designado para trazer o comunicado aos homens, se apresentando então pela primeira vez, no início do século XX, através da mecânica da incorporação.
E o mundo da Umbanda Sagrada conhece então seu fundador, que se apresenta humildemente como o Caboclo das 7 Encruzilhadas, numa alusão à herança xamânica (indígena) de nosso povo e aos sete planos da manifestação, para criar um corpo de ilusão que fosse facilmente compreendido e aceito.
Quantos mistérios estavam perdidos ou ocultos na cultura umbandista, em função de sua história milenar, e de sua proposta primeira em fazer um maior número de adeptos num menor tempo possível, possibilitando que o culto se alastrasse entre os humildes, pois deles não se exigia maiores estudos ou entendimento, além do trabalho contínuo na caridade e no amor desinteressado.
É mais que tempo dos homens, agora na Terra, filhos das estrelas que todos somos, voltarem seus olhos para essa história divina de nosso planeta, repleta de sacrifícios dessas entidades maravilhosas, de uma evolução espiritual inimaginável aos nossos escassos cinco sentidos.
Voltarem seus olhos e, além de tentarem entender o que realmente se passa nesse mundo invisível, nos meandros dessa magia cósmica na qual estamos todos inseridos, também tentarem imitar esses exemplos de bondade infinita, no limiar dessas novas sub raças mais espiritualizadas que surgem sob o solo de nosso magnífico planeta azul, até que esses seres das estrelas possam voltar a nos guiar numa nova civilização.
E se um dia Thamathâe veio em nosso auxílio, para lembrar aos homens a antiga Aumbandhã, é agora chegada a hora daqueles que tem compromisso cármico ativo com a magia, os umbandistas, estudarem, mudarem o paradigma da umbanda passiva, compreenderem as verdades ocultas e se tornarem agentes do entendimento universal, pois a nova missão do Caboclo das 7 Encruzilhadas é trazer, num tempo futuro, todas as pessoas para um culto único e amorável, sem rótulos, como deveria ter sido desde o princípio.
E em nome do mesmo amor, esses mistérios começam a ser resgatados em obras como "Umbanda, essa Desconhecida" e outras do mesmo autor, que dedicou meio século de sua existência ano estudo e à pesquisa dos segredos ocultos da Umbanda, através da Umbanda esotérica, com a assistência das mesmas entidades que auxiliaram o desenvolvimento do planeta e que, um dia, anunciaram o resgate do antigo culto atlante em terras brasileiras.


 "Umbanda, essa Desconhecida" - de Roger Feraudy     
http://www.aumpram.org.br/

Que o Amor a Verdade e a Justiça da Umbanda possam enternecer no coração de todos!

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

25 anos, nesta sexta festa da Rainha

   Nesta sexta festa da Rainha e do Exu Tiriri
  25 anos!!!!
 
- Exú - agente mágico de Deus

Origem do nome:

A palavra "exu" vem da palavra sânscrita "exud", que significa "povo banido".


Sua origem cósmica é desconhecida. Não é uma entidade reencarnante no planeta. Trata-se de um ser cósmico e não de um espírito. Era identificado pelos magos brancos nos antigos Templos da Luz da Atlântida, na ancestral Aumpram, como figuras geométricas que serviam como veículos para a transmutação da magia. Existem sim entidades não reencarnantes no planeta, espíritos, oriundos de outros corpos celestes, como por exemplo Kalami, de Vênus,  que é a entidade que comanda os agentes mágicos.

Características:

Os agentes mágicos são seres sem forma física, já que não são humanos. São fluídos universais e, portanto, não se apresentam com formas de eventuais entidades ou espíritos, como por exemplo, malandros ou mulheres de vida fácil, entre outros. E, desta maneira, e pelos motivos apresentados, não se identificam através de roupas extravagantes como ternos, vestidos luxuosos ou vulgares, etc. A comunicação dos chamados exus verdadeiros não se dá pela incorporação. Agentes mágicos não dão consultas. Só se apresentam quando evocados por um guia manifestado num médium e em ocasiões especiais que demandam um trabalho específico, como limpeza dos médiuns ou auxílio num trabalho de magia que já está sendo realizado pelos guias. 

Os exus são seres a serviço de entidades com o grau hierárquico de guia, que trabalham única e exclusivamente na transmutação da magia para o bem e por essa razão são chamados de agentes mágicos. É erro imperdoável associar um agente mágico com o mal. A confusão se deu em função de terem sido os etíopes que levaram a cultura atlante para a África continental, onde se micegenou com as pagelanças tribais e chegou ao Brasil já misturada com outros rituais, como por exemplo, o candomblé.

Encontramos 1 Exu Guardião  para cada linha e com nomes
 diferentes - total de 7.

Comunicação rara e apenas mente a mente para médiuns  altamente selecionados.
São exus verdadeiros e só trabalham para o bem.
 
Para cada Exu Guardião encontramos 6 Exus Chefes de Legião  com outros nomes - total de 42. Comunicação também apenas mente  a mente para médiuns altamente selecionados. São exus verdadeiros e só
 trabalham para o bem.
 
Para cada Exu Chefe de Legião encontramos 6 Exus Batizados
 com outros nomes - total de 252. Comunicação através da irradiação (não existem mais incorporações) São exus verdadeiros e só
 trabalham para o bem.
Para cada Exu Batizado encontramos infinitos Exus Pagãos
 com nomes diversos. Comunicação pela irradiação.
Trabalham tanto para o bem como para o mal, pois são espíritos de homens comuns.
 

Exu pagão  ou auxiliar Para cada Exu Pagão encontramos
um número desconhecido de compadres e comadres com nomes estranhos.
Comunicação pela irradiação.
São artificiais e usados para trabalhar para o bem ou, mais frequentemente, para o mal.